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terça-feira, 10 de julho de 2012


TEXTO I
Entre 1995 e 2008, 12,8 milhões de pessoas saíram da condição de pobreza absoluta (rendimento médio domiciliar per capita até meio salário mínimo mensal), permitindo que a taxa nacional dessa categoria de pobreza caísse 33,6%, passando de 43,4% para 28,8%.
No caso da taxa de pobreza extrema (rendimento médio domiciliar per capita de até um quarto de salário mínimo mensal), observa-se um contingente de 13,1 milhões de brasileiros a superar essa condição, o que possibilitou reduzir em 49,8% a taxa nacional dessa categoria de pobreza, de 20,9%, em 1995, para 10,5%, em 2008.
(Dimensão, evolução e projeção da pobreza por região e por estado no Brasil, Comunicados do IPEA, 13/07/2010, p. 3.)
TEXTO II
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a) Podemos relacionar os termos miséria e pobreza, presentes no TEXTO II, a dois conceitos que são abordados no TEXTO I. Identifique esses conceitos e explique por que eles podem ser relacionados às noções de miséria e pobreza.
b) Que crítica é apresentada no TEXTO II? Mostre como a charge constrói essa crítica.
2. (Unicamp 2012) Há notícias que são de interesse público e há notícias que são de interesse do público. Se a celebridade “x” está saindo com o ator “y”, isso não tem nenhum interesse público. Mas, dependendo de quem sejam “x” e “y”, é de enorme interesse do público, ou de um certo público (numeroso), pelo menos.
As decisões do Banco Central para conter a inflação têm óbvio interesse público. Mas quase não despertam interesse, a não ser dos entendidos.
O jornalismo transita entre essas duas exigências, desafiado a atender às demandas de uma sociedade ao mesmo tempo massificada e segmentada, de um leitor que gravita cada vez mais apenas em torno de seus interesses particulares.
(Fernando Barros e Silva, O jornalista e o assassino. Folha de São Paulo (versão on line), 18/04/2011. Acessado em 20/12/2011.)
a) A palavra público é empregada no texto ora como substantivo, ora como adjetivo. Exemplifique cada um desses empregos com passagens do próprio texto e apresente o critério que você utilizou para fazer a distinção.
b) Qual é, no texto, a diferença entre o que é chamado de interesse público e o que é chamado de interesse do público?
Leia o texto a seguir.

3) Plurissignificação (ou multissignificação) é um dos atributos da linguagem mais sofisticada, e aparece no teatro, poemas, romances, contos, publicidade, filmes, letras de música; até na mais simples comunicação do cotidiano deixa traços visíveis em declarações como: “Meu coração está dando saltos de alegria”. Levando em conta tais aspectos e interpretando o texto misto dos quadrinhos apresentados, podemos afirmar que:
a) histórias em quadrinhos, por serem textos mistos (visual e escrito), não contêm linguagem plurissignificativa.
b) ao registrar “Olhe bem, a vida te requisita…”, os autores dos quadrinhos colocaram, na sequência, a figura
de uma baleia, significando que a vida é ágil, nos persegue com violência e, não raramente, nos mata.
c) no segundo quadrinho, ao afirmar “A vida corre atrás da gente, não adianta fugir”, a personagem usa linguagem denotativa e, portanto, difícil de ser interpretada.
d) apenas no quarto quadrinho existe linguagem plurissignificativa.
e) a linguagem usada pelos quadrinistas, na história, tem apelo plurissignificativo e desenvolve, de acordo com a informação e formação do leitor, interpretações múltiplas. 
4) O poema a seguir é de Álvaro de Campos, heterônimo de Fernando Pessoa, poeta pertencente ao modernismo português.
[...]
Ho-ho-ho-ho-ho!…
Cada vez mais depressa, cada vez mais com o espírito diante do corpo
Adiante da própria ideia veloz do corpo projectado,
Com o espírito atrás adiante do corpo, sombra, chispa,
He-la-ho-ho… Helahoho…
[…]
Hup-la por cima das árvores, hup-la por baixo dos tanques,
Hup-la contra as paredes, hup-la raspando nos troncos,
Hup-la no ar, hup-la no vento, hup-la, hup-la nas praias,
Numa velocidade crescente, insistente, violenta,
Hup-la hup-la hup-la hup-la hup-la…
[…]
E choca-te, trz!, esfrangalha-te no fundo do meu coração!
(Fernando Pessoa, Álvaro de Campos. Poesias).
Considere as seguintes afirmações sobre o texto.
I. O emprego das onomatopeias na poesia de Fernando Pessoa tem como intenção criar um efeito de dinamicidade, movimento; o movimento acelerado é interrompido no final por meio da última onomatopeia: “trz!”; o ritmo do poema, no entanto, não muda.
II. Em “crescente, insistente, violenta”, temos assonância (repetição da vogal) e rima pobre (mesma classe gramatical); tais recursos contribuem para a musicalidade do poema.
III. No terceiro verso citado, o vocábulo “projectado” revela que o português empregado neste poema é o de Portugal; trata-se de uma variante geográfica no nível da ortografia.
Está(ão) correta(s):
a) apenas I.
b) apenas III.
c) apenas I e III.
d) apenas II e III.
e) todas.
 
a) Podemos relacionar os termos miséria e pobreza, presentes no TEXTO II, a dois conceitos que são abordados no TEXTO I. Identifique esses conceitos e explique por que eles podem ser relacionados às noções de miséria e pobreza.
b) Que crítica é apresentada no TEXTO II? Mostre como a charge constrói essa crítica.
2. (Unicamp 2012) Há notícias que são de interesse público e há notícias que são de interesse do público. Se a celebridade “x” está saindo com o ator “y”, isso não tem nenhum interesse público. Mas, dependendo de quem sejam “x” e “y”, é de enorme interesse do público, ou de um certo público (numeroso), pelo menos.
As decisões do Banco Central para conter a inflação têm óbvio interesse público. Mas quase não despertam interesse, a não ser dos entendidos.
O jornalismo transita entre essas duas exigências, desafiado a atender às demandas de uma sociedade ao mesmo tempo massificada e segmentada, de um leitor que gravita cada vez mais apenas em torno de seus interesses particulares.
(Fernando Barros e Silva, O jornalista e o assassino. Folha de São Paulo (versão on line), 18/04/2011. Acessado em 20/12/2011.)
a) A palavra público é empregada no texto ora como substantivo, ora como adjetivo. Exemplifique cada um desses empregos com passagens do próprio texto e apresente o critério que você utilizou para fazer a distinção.
b) Qual é, no texto, a diferença entre o que é chamado de interesse público e o que é chamado de interesse do público?
Leia o texto a seguir.

3) Plurissignificação (ou multissignificação) é um dos atributos da linguagem mais sofisticada, e aparece no teatro, poemas, romances, contos, publicidade, filmes, letras de música; até na mais simples comunicação do cotidiano deixa traços visíveis em declarações como: “Meu coração está dando saltos de alegria”. Levando em conta tais aspectos e interpretando o texto misto dos quadrinhos apresentados, podemos afirmar que:
a) histórias em quadrinhos, por serem textos mistos (visual e escrito), não contêm linguagem plurissignificativa.
b) ao registrar “Olhe bem, a vida te requisita…”, os autores dos quadrinhos colocaram, na sequência, a figura
de uma baleia, significando que a vida é ágil, nos persegue com violência e, não raramente, nos mata.
c) no segundo quadrinho, ao afirmar “A vida corre atrás da gente, não adianta fugir”, a personagem usa linguagem denotativa e, portanto, difícil de ser interpretada.
d) apenas no quarto quadrinho existe linguagem plurissignificativa.
e) a linguagem usada pelos quadrinistas, na história, tem apelo plurissignificativo e desenvolve, de acordo com a informação e formação do leitor, interpretações múltiplas. 
4) O poema a seguir é de Álvaro de Campos, heterônimo de Fernando Pessoa, poeta pertencente ao modernismo português.
[...]
Ho-ho-ho-ho-ho!…
Cada vez mais depressa, cada vez mais com o espírito diante do corpo
Adiante da própria ideia veloz do corpo projectado,
Com o espírito atrás adiante do corpo, sombra, chispa,
He-la-ho-ho… Helahoho…
[…]
Hup-la por cima das árvores, hup-la por baixo dos tanques,
Hup-la contra as paredes, hup-la raspando nos troncos,
Hup-la no ar, hup-la no vento, hup-la, hup-la nas praias,
Numa velocidade crescente, insistente, violenta,
Hup-la hup-la hup-la hup-la hup-la…
[…]
E choca-te, trz!, esfrangalha-te no fundo do meu coração!
(Fernando Pessoa, Álvaro de Campos. Poesias).
Considere as seguintes afirmações sobre o texto.
I. O emprego das onomatopeias na poesia de Fernando Pessoa tem como intenção criar um efeito de dinamicidade, movimento; o movimento acelerado é interrompido no final por meio da última onomatopeia: “trz!”; o ritmo do poema, no entanto, não muda.
II. Em “crescente, insistente, violenta”, temos assonância (repetição da vogal) e rima pobre (mesma classe gramatical); tais recursos contribuem para a musicalidade do poema.
III. No terceiro verso citado, o vocábulo “projectado” revela que o português empregado neste poema é o de Portugal; trata-se de uma variante geográfica no nível da ortografia.
Está(ão) correta(s):
a) apenas I.
b) apenas III.
c) apenas I e III.
d) apenas II e III.
e) todas.


TEXTO I
Entre 1995 e 2008, 12,8 milhões de pessoas saíram da condição de pobreza absoluta (rendimento médio domiciliar per capita até meio salário mínimo mensal), permitindo que a taxa nacional dessa categoria de pobreza caísse 33,6%, passando de 43,4% para 28,8%.
No caso da taxa de pobreza extrema (rendimento médio domiciliar per capita de até um quarto de salário mínimo mensal), observa-se um contingente de 13,1 milhões de brasileiros a superar essa condição, o que possibilitou reduzir em 49,8% a taxa nacional dessa categoria de pobreza, de 20,9%, em 1995, para 10,5%, em 2008.
(Dimensão, evolução e projeção da pobreza por região e por estado no Brasil, Comunicados do IPEA, 13/07/2010, p. 3.)
TEXTO II
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a) Podemos relacionar os termos miséria e pobreza, presentes no TEXTO II, a dois conceitos que são abordados no TEXTO I. Identifique esses conceitos e explique por que eles podem ser relacionados às noções de miséria e pobreza.
b) Que crítica é apresentada no TEXTO II? Mostre como a charge constrói essa crítica.
2. (Unicamp 2012) Há notícias que são de interesse público e há notícias que são de interesse do público. Se a celebridade “x” está saindo com o ator “y”, isso não tem nenhum interesse público. Mas, dependendo de quem sejam “x” e “y”, é de enorme interesse do público, ou de um certo público (numeroso), pelo menos.
As decisões do Banco Central para conter a inflação têm óbvio interesse público. Mas quase não despertam interesse, a não ser dos entendidos.
O jornalismo transita entre essas duas exigências, desafiado a atender às demandas de uma sociedade ao mesmo tempo massificada e segmentada, de um leitor que gravita cada vez mais apenas em torno de seus interesses particulares.
(Fernando Barros e Silva, O jornalista e o assassino. Folha de São Paulo (versão on line), 18/04/2011. Acessado em 20/12/2011.)
a) A palavra público é empregada no texto ora como substantivo, ora como adjetivo. Exemplifique cada um desses empregos com passagens do próprio texto e apresente o critério que você utilizou para fazer a distinção.
b) Qual é, no texto, a diferença entre o que é chamado de interesse público e o que é chamado de interesse do público?
Leia o texto a seguir.

3) Plurissignificação (ou multissignificação) é um dos atributos da linguagem mais sofisticada, e aparece no teatro, poemas, romances, contos, publicidade, filmes, letras de música; até na mais simples comunicação do cotidiano deixa traços visíveis em declarações como: “Meu coração está dando saltos de alegria”. Levando em conta tais aspectos e interpretando o texto misto dos quadrinhos apresentados, podemos afirmar que:
a) histórias em quadrinhos, por serem textos mistos (visual e escrito), não contêm linguagem plurissignificativa.
b) ao registrar “Olhe bem, a vida te requisita…”, os autores dos quadrinhos colocaram, na sequência, a figura
de uma baleia, significando que a vida é ágil, nos persegue com violência e, não raramente, nos mata.
c) no segundo quadrinho, ao afirmar “A vida corre atrás da gente, não adianta fugir”, a personagem usa linguagem denotativa e, portanto, difícil de ser interpretada.
d) apenas no quarto quadrinho existe linguagem plurissignificativa.
e) a linguagem usada pelos quadrinistas, na história, tem apelo plurissignificativo e desenvolve, de acordo com a informação e formação do leitor, interpretações múltiplas. 
4) O poema a seguir é de Álvaro de Campos, heterônimo de Fernando Pessoa, poeta pertencente ao modernismo português.
[...]
Ho-ho-ho-ho-ho!…
Cada vez mais depressa, cada vez mais com o espírito diante do corpo
Adiante da própria ideia veloz do corpo projectado,
Com o espírito atrás adiante do corpo, sombra, chispa,
He-la-ho-ho… Helahoho…
[…]
Hup-la por cima das árvores, hup-la por baixo dos tanques,
Hup-la contra as paredes, hup-la raspando nos troncos,
Hup-la no ar, hup-la no vento, hup-la, hup-la nas praias,
Numa velocidade crescente, insistente, violenta,
Hup-la hup-la hup-la hup-la hup-la…
[…]
E choca-te, trz!, esfrangalha-te no fundo do meu coração!
(Fernando Pessoa, Álvaro de Campos. Poesias).
Considere as seguintes afirmações sobre o texto.
I. O emprego das onomatopeias na poesia de Fernando Pessoa tem como intenção criar um efeito de dinamicidade, movimento; o movimento acelerado é interrompido no final por meio da última onomatopeia: “trz!”; o ritmo do poema, no entanto, não muda.
II. Em “crescente, insistente, violenta”, temos assonância (repetição da vogal) e rima pobre (mesma classe gramatical); tais recursos contribuem para a musicalidade do poema.
III. No terceiro verso citado, o vocábulo “projectado” revela que o português empregado neste poema é o de Portugal; trata-se de uma variante geográfica no nível da ortografia.
Está(ão) correta(s):
a) apenas I.
b) apenas III.
c) apenas I e III.
d) apenas II e III.
e) todas.
 
a) Podemos relacionar os termos miséria e pobreza, presentes no TEXTO II, a dois conceitos que são abordados no TEXTO I. Identifique esses conceitos e explique por que eles podem ser relacionados às noções de miséria e pobreza.
b) Que crítica é apresentada no TEXTO II? Mostre como a charge constrói essa crítica.
2. (Unicamp 2012) Há notícias que são de interesse público e há notícias que são de interesse do público. Se a celebridade “x” está saindo com o ator “y”, isso não tem nenhum interesse público. Mas, dependendo de quem sejam “x” e “y”, é de enorme interesse do público, ou de um certo público (numeroso), pelo menos.
As decisões do Banco Central para conter a inflação têm óbvio interesse público. Mas quase não despertam interesse, a não ser dos entendidos.
O jornalismo transita entre essas duas exigências, desafiado a atender às demandas de uma sociedade ao mesmo tempo massificada e segmentada, de um leitor que gravita cada vez mais apenas em torno de seus interesses particulares.
(Fernando Barros e Silva, O jornalista e o assassino. Folha de São Paulo (versão on line), 18/04/2011. Acessado em 20/12/2011.)
a) A palavra público é empregada no texto ora como substantivo, ora como adjetivo. Exemplifique cada um desses empregos com passagens do próprio texto e apresente o critério que você utilizou para fazer a distinção.
b) Qual é, no texto, a diferença entre o que é chamado de interesse público e o que é chamado de interesse do público?
Leia o texto a seguir.

3) Plurissignificação (ou multissignificação) é um dos atributos da linguagem mais sofisticada, e aparece no teatro, poemas, romances, contos, publicidade, filmes, letras de música; até na mais simples comunicação do cotidiano deixa traços visíveis em declarações como: “Meu coração está dando saltos de alegria”. Levando em conta tais aspectos e interpretando o texto misto dos quadrinhos apresentados, podemos afirmar que:
a) histórias em quadrinhos, por serem textos mistos (visual e escrito), não contêm linguagem plurissignificativa.
b) ao registrar “Olhe bem, a vida te requisita…”, os autores dos quadrinhos colocaram, na sequência, a figura
de uma baleia, significando que a vida é ágil, nos persegue com violência e, não raramente, nos mata.
c) no segundo quadrinho, ao afirmar “A vida corre atrás da gente, não adianta fugir”, a personagem usa linguagem denotativa e, portanto, difícil de ser interpretada.
d) apenas no quarto quadrinho existe linguagem plurissignificativa.
e) a linguagem usada pelos quadrinistas, na história, tem apelo plurissignificativo e desenvolve, de acordo com a informação e formação do leitor, interpretações múltiplas. 
4) O poema a seguir é de Álvaro de Campos, heterônimo de Fernando Pessoa, poeta pertencente ao modernismo português.
[...]
Ho-ho-ho-ho-ho!…
Cada vez mais depressa, cada vez mais com o espírito diante do corpo
Adiante da própria ideia veloz do corpo projectado,
Com o espírito atrás adiante do corpo, sombra, chispa,
He-la-ho-ho… Helahoho…
[…]
Hup-la por cima das árvores, hup-la por baixo dos tanques,
Hup-la contra as paredes, hup-la raspando nos troncos,
Hup-la no ar, hup-la no vento, hup-la, hup-la nas praias,
Numa velocidade crescente, insistente, violenta,
Hup-la hup-la hup-la hup-la hup-la…
[…]
E choca-te, trz!, esfrangalha-te no fundo do meu coração!
(Fernando Pessoa, Álvaro de Campos. Poesias).
Considere as seguintes afirmações sobre o texto.
I. O emprego das onomatopeias na poesia de Fernando Pessoa tem como intenção criar um efeito de dinamicidade, movimento; o movimento acelerado é interrompido no final por meio da última onomatopeia: “trz!”; o ritmo do poema, no entanto, não muda.
II. Em “crescente, insistente, violenta”, temos assonância (repetição da vogal) e rima pobre (mesma classe gramatical); tais recursos contribuem para a musicalidade do poema.
III. No terceiro verso citado, o vocábulo “projectado” revela que o português empregado neste poema é o de Portugal; trata-se de uma variante geográfica no nível da ortografia.
Está(ão) correta(s):
a) apenas I.
b) apenas III.
c) apenas I e III.
d) apenas II e III.
e) todas.

Interpretaçao de texto


NARIZINHO

            Numa casinha branca, lá no Sítio do Picapau Amarelo, mora uma velha de mais de sessenta anos. Chama-se Dona Benta. Quem passa pela estrada e a vê na varanda, de cestinha de costura ao colo e óculos de ouro na ponta do nariz, segue seu caminho pensando:
            - Que tristeza viver assim tão sozinha nesse deserto...
            Mas engana-se. Dona Benta é a mais feliz das vovós, porque vive em companhia da mais encantadora das netas, Lúcia, a menina do narizinho arrebitado, ou Narizinho, como todos dizem. Narizinho tem sete anos, é morena como jambo, gosta muito de pipoca e já sabe fazer uns bolinhos de polvilho bem gostosos.
            Na casa ainda existem duas pessoas – Tia Nastácia, negra de estimação que carregou Lúcia quando pequena, e Emília, uma boneca de pano bastante desajeitada de corpo.
Monteiro Lobato Reinações de NarizinhoEd. Braziliense – São Paulo

INTERPRETAÇÃO DE TEXTO

1. Onde mora Dona Benta? ____________________________________________________________
2. O que as pessoas que passam pela estrada pensam ao ver Dona Benta na varanda?___________
____________________________________________________________________________________
3. O que faz Dona Benta ser a mais feliz das vovós?________________________________________
____________________________________________________________________________________
4. O que o terceiro parágrafo diz sobre Narizinho?________________________________________
____________________________________________________________________________________
5. Escreva o nome do personagem correspondente a cada característica abaixo:
a) boneca de pano ____________________      e) negra muito amiga______________________
b) usa óculos ________________________     f) tem mais de sessenta anos_________________
c) tem sete anos ______________________     g) é a mais feliz das vovós __________________
d) gosta de pipoca ____________________     h) carregou Lúcia__________________________
6. Reescreva o texto – Narizinho:
____________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________
7. Pontue o diálogo:
            Que horas são     perguntou um louco ao outro
            Faltam quinze minutos
            Quinze minutos para que horas
            Sei lá   Perdi o ponteiro das horas
8. No bilhete abaixo, há 7 palavras escritas de maneira errada. Circule-as e escreva de maneira correta nos espaços abaixo:
Mãe,
          Fui até a casa de Rodrigo pedir para a mãe dele deixa-lo
Ir com migo ao cinema. Agente vai pagar as entradas com o dinheiro que achei em baixo do telefone. Espero que não seja a quele dinheiro que você deixa senpre para a faxineira.
                                                                            Um beijo
                                                                            Pedrinho

____________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________
9. Lotérica: complete as palavras e marque ( X ) na resposta correta de cada linha:
___esus
bei___inho
cerve___a
(   ) j, j, j
(   ) j, g, j
(   ) g, g, j
ca___pina
te___peratura
ca___jica
(   ) n, m, m
(   ) m, m, m
(   ) m, m, n
___ave
en___urrada
em___oval
(   ) ch, x, ch
(   ) ch, ch, x
(   ) x, ch, x
ane___
a___moço
Vi___ma
(   ) l, l, u
(   ) l, l, l
(   ) l, u, u
peru___a
___arpete
___uaraná
(   ) c, c, g
(   ) c, g, g
(   ) g, c, g
gue___a
se___ote
___atueira
(   ) rr, rr, r
(   ) r, rr, r
(   ) r, rr, rr




Interpretaçao de texto


NARIZINHO

            Numa casinha branca, lá no Sítio do Picapau Amarelo, mora uma velha de mais de sessenta anos. Chama-se Dona Benta. Quem passa pela estrada e a vê na varanda, de cestinha de costura ao colo e óculos de ouro na ponta do nariz, segue seu caminho pensando:
            - Que tristeza viver assim tão sozinha nesse deserto...
            Mas engana-se. Dona Benta é a mais feliz das vovós, porque vive em companhia da mais encantadora das netas, Lúcia, a menina do narizinho arrebitado, ou Narizinho, como todos dizem. Narizinho tem sete anos, é morena como jambo, gosta muito de pipoca e já sabe fazer uns bolinhos de polvilho bem gostosos.
            Na casa ainda existem duas pessoas – Tia Nastácia, negra de estimação que carregou Lúcia quando pequena, e Emília, uma boneca de pano bastante desajeitada de corpo.
Monteiro Lobato Reinações de Narizinho Ed. Braziliense – São Paulo

INTERPRETAÇÃO DE TEXTO

1. Onde mora Dona Benta? ____________________________________________________________
2. O que as pessoas que passam pela estrada pensam ao ver Dona Benta na varanda?___________
____________________________________________________________________________________
3. O que faz Dona Benta ser a mais feliz das vovós? ________________________________________
____________________________________________________________________________________
4. O que o terceiro parágrafo diz sobre Narizinho? ________________________________________
____________________________________________________________________________________
5. Escreva o nome do personagem correspondente a cada característica abaixo:
a) boneca de pano ____________________      e) negra muito amiga______________________
b) usa óculos ________________________     f) tem mais de sessenta anos_________________
c) tem sete anos ______________________     g) é a mais feliz das vovós __________________
d) gosta de pipoca ____________________     h) carregou Lúcia__________________________
6. Reescreva o texto – Narizinho:
____________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________
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7. Pontue o diálogo:
            Que horas são     perguntou um louco ao outro
            Faltam quinze minutos
            Quinze minutos para que horas
            Sei lá   Perdi o ponteiro das horas
8. No bilhete abaixo, há 7 palavras escritas de maneira errada. Circule-as e escreva de maneira correta nos espaços abaixo:
Mãe,
          Fui até a casa de Rodrigo pedir para a mãe dele deixa-lo
Ir com migo ao cinema. Agente vai pagar as entradas com o dinheiro que achei em baixo do telefone. Espero que não seja a quele dinheiro que você deixa senpre para a faxineira.
                                                                            Um beijo
                                                                            Pedrinho

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9. Lotérica: complete as palavras e marque ( X ) na resposta correta de cada linha:
___esus
bei___inho
cerve___a
(   ) j, j, j
(   ) j, g, j
(   ) g, g, j
ca___pina
te___peratura
ca___jica
(   ) n, m, m
(   ) m, m, m
(   ) m, m, n
___ave
en___urrada
em___oval
(   ) ch, x, ch
(   ) ch, ch, x
(   ) x, ch, x
ane___
a___moço
Vi___ma
(   ) l, l, u
(   ) l, l, l
(   ) l, u, u
peru___a
___arpete
___uaraná
(   ) c, c, g
(   ) c, g, g
(   ) g, c, g
gue___a
se___ote
___atueira
(   ) rr, rr, r
(   ) r, rr, r
(   ) r, rr, rr




quarta-feira, 26 de outubro de 2011

TEXTOS PARA INTERPRETAÇAO


GOVERNAR
Carlos Drummond de Andrade

Os garotos da rua resolveram brincar de Governo, escolheram o Presidente e pediram-lhe que governasse para o bem de todos.
-Pois não  - aceitou Martim. - Daqui por diante vocês farão meus exercícios escolares e eu assino. Clóvis e mais dois de vocês formarão a minha segurança. Januário será meu Ministro da Fazenda e pagará o meu lanche.
- Com que dinheiro? − atalhou Januário.
- Cada um de vocês contribuirá com um cruzeiro por dia para a caixinha do Governo.
-  E que é que nós lucramos com isso? – perguntaram em coro.
- Lucram a certeza de que têm um bom Presidente. Eu separo as brigas, distribuo tarefas, trato de igual para igual com os professores. Vocês obedecem, democraticamente.
- Assim não vale. O Presidente deve ser nosso servidor, ou pelo menos saber que todos somos iguais a ele. Queremos vantagens.
- Eu sou o Presidente e não posso ser igual a vocês, que são presididos. Se exigirem coisas de mim, serão multados e perderão o direito de participar da minha comitiva nas festas. Pensam que ser Presidente é moleza? Já estou sentindo como este cargo é cheio de espinhos.
Foi deposto, e dissolvida a República.

2- Quem disse a frase: Daqui por diante vocês farão meus exercícios escolares?
A) Martim.
B) Januário.
C) Clóvis.
D) Ministro.

3- O garoto que assumiu a presidência durante a brincadeira de Governo foi
A) Martim.
B) Januário.
C) Clóvis.
D) Ministro.


O cachorro e sua sombra
Esopo

Um cachorro, que carregava na boca um pedaço de carne, ao cruzar uma ponte sobre um riacho, vê  sua imagem refletida na água. Diante disso, ele logo imagina que se trata de outro cachorro, com um pedaço de carne maior que o seu.
Então, ele deixa cair no riacho o pedaço que carrega, e ferozmente se lança sobre o animal refletido na água, para tomar a porção de carne que julga ser maior que a sua.
Agindo assim ele perdeu ambos. Aquele que tentou pegar na água, por se tratar de um simples reflexo, e o seu próprio, uma vez que ao largá-lo nas águas, a correnteza levou para longe.

4- No texto o cachorro ficou sem carne alguma porque
A) ficou com medo da sua imagem refletida na água e largou sua porção.
B) se assustou com sua imagem refletida na água e largou sua porção.
C) quis tomar a porção de carne do animal refletido na água pensando ser maior que a sua.
D) quis pegar sua porção de carne que pensou ter caído na água.


Menino de 11 anos morde pit bull para se defender de ataque em Minas Gerais
Renata Batista

Um menino de 11 anos mordeu um pitt Bull e se livrou do ataque do animal em Sabará (região metropolitana de Belo Horizonte).
Gabriel Alexandre da Silva estava em casa na tarde de anteontem quando foi atacado pelo cão da família, Titã.
De acordo com a avó do garoto, Arlinda Francisca de Almeida, Gabriel só conseguiu se desvencilhar do animal, que estava preso, ao segurar o cão pelo pescoço e mordê-lo. Gabriel quebrou um dente durante a mordida.
O garoto saiu do jardim pulando o muro da casa. Enquanto isso, funcionários de uma obra ao lado batiam em um portão para tentar atrair o pit bull. Bombeiros recolheram o animal.

Uma seqüência de acontecimentos são informações importantes que constam de uma notícia.
5- Indique a alternativa em que os fatos do texto estão organizados na seqüência temporal.
A) Gabriel segurou o cão pelo pescoço e o mordeu; o garoto pulou o muro; bombeiros recolheram o animal.
B) Gabriel pulou o muro; o garoto segurou o cão pelo pescoço e o mordeu; os bombeiros recolheram o animal.
C) O garoto segurou o cão pelo pescoço; o cão o mordeu; os bombeiros recolheram o animal.
D) Gabriel segurou o cão pelo pescoço e o mordeu; os bombeiros recolheram o animal; o garoto pulou o muro.

6- Qual das frases retiradas do texto apresenta uma opinião?
A) Um menino de 11 anos mordeu um cão pit bull e se livrou do ataque do animal em Sabará (região
     metropolitana de Belo Horizonte).
B) Gabriel Alexandre da Silva estava em casa na tarde de anteontem quando foi atacado pelo cão da família,
     Titã.
C) O cachorro foi levado ao centro de controle de zoonoses, onde deve ficar em observação por  pelo menos
      dez dias.
D) Se [o Titã] fez isso uma vez, pode fazer de novo.

Leia o texto para responder à questão.

Poeminha do contra
Mário Quintana

Todos esses que aí estão
Atravancando o meu caminho,
Eles passarão...
Eu passarinho!

7- O poeta surpreende o leitor quebrando o ritmo do quarteto quando cria uma relação entre
A) passarão / passarinho.
B) estão / passarão.
C) caminho / passarinho.
D) estão / caminho.


A água pede água

Dá para socorrer a natureza em ações bastante simples do nosso dia-a-dia Hoje é o Dia Mundial da Água. Aqui, no planeta Terra, a terra (continentes e ilhas) ocupa apenas 1/4. Tudo mais é água: doce, salgada, sólida, líquida, gasosa. É nos oceanos e mares que fica a maior parte da água: 97,5%. Mas precisamos mesmo é de água doce para viver. Só que a maior parte dela está congelada. Resta, então, a água dos aqüíferos (reservas subterrâneas), dos lagos, dos pântanos e dos rios. E ela está acabando no mundo todo!
O Brasil concentra 14% da água doce do planeta. Por isso esbanjá-la é como cometer um crime. O pior é que a maioria das pessoas desperdiça sem perceber. Aqui, uma casa gasta em média 477 litros. É muita coisa! São três litros em cada escovação de dentes, dez litros por descarga de banheiro, 70 litros no banho.

Fonte: VEIGA, Patrícia Trudes da. A água pede água. Folha de S. Paulo.

8- No texto há várias informações que nos levam ao tema principal transmitido pelo autor que é
A) a necessidade de se acabar com o desperdício de água.
B) a constatação que há muita água doce no nosso planeta.
C) a quantidade de água que cada pessoa gasta por dia é adequada.
D) a qualidade da água que bebemos está melhorando.


Leia o texto para responda à questão.
Abolição e liberdade
Machado de Assis

Por isso digo, e juro, se necessário for, que toda história desta lei de 13 de maio estava por
mim prevista, tanto que na segunda-feira, antes mesmo dos debates, tratei de alforriar um molecote que tinha, pessoa de seus dezoito anos, mais ou menos. Alforriá-lo era nada; entendi que, perdido por mil, perdido por mil e quinhentos, e dei um jantar.
Neste jantar, a que meus amigos deram o nome de banquete, em falta de outro melhor, reuni umas cinco pessoas, conquanto as notícias dissessem trinta e três (anos de Cristo), no intuito de lhe dar um aspecto simbólico.
Fonte: MACHADO DE ASSIS, Joaquim Maria. Abolição e liberdade.

9- O texto faz uma referência à Lei de Abolição da Escravidão no Brasil. A data de edição dessa Lei é mencionada na seguinte referência contida no texto:
A) 13 de maio.
B) segunda-feira.
C) mil, mil e quinhentos.
D) trinta e três (anos de Cristo).



Leia o texto para responder à questão.
O Corvo e o Jarro
Esopo
Um corvo, que estava sucumbindo de sede, viu lá no alto um Jarro, e na esperança de achar água dentro, voou até lá com muita alegria.
Quando o alcançou, descobriu para sua tristeza, que o jarro continha tão pouca água em seu interior, que era impossível retirá-la de dentro.
Ainda assim, ele tentou de tudo para alcançar a água que estava dentro do jarro, mas como seu bico era curto demais, todo seu esforço foi em vão.
Por último ele pegou tantas pedras quanto podia carregar, e uma a uma colocou-as dentro da jarra. Ao fazer isso, logo o nível da água ficou ao alcance do seu bico, e desse modo ele salvou sua vida.

10- No texto, há uma relação de causa e efeito que provoca uma situação a ser superada. Indique essa situação.
A) O corvo não conseguia atingir a água por ele ter bico curto.
B) O jarro ficava no alto e o corvo não conseguia atingi-lo.
C) O corvo não conseguia colocar as pedras no jarro para poder beber a água.
D) Depois de colocar as pedras, o nível da água ainda ficou longe do alcance de seu bico